domingo, 31 de agosto de 2008

Longe do ninho



Onde meu coração não pode chegar ,
minha alma anseia,
os pensamentos fogem,
o coração dispara,
e na solidão,
ela vagueia,
sozinha,
a pessoa mais solitária do mundo,
nada diminui essa sensação...
Caminho incerto, indecisão.
Qual é a melhor direção?
Alguém responde:
Siga sua intuição...


by Peste - 31/08/2008

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Volte!



Ah! Quantas coisas aconteceram nesse tempo, quantas coisas eu senti nesse período e quantas outras ainda se fazem presentes na minha vida.
Você chegou sem avisar, de forma inesperada, mas muito significativa, aliás, tudo foi significativo, cada palavra, cada frase, cada noite até o amanhecer, cada sonho, cada desejo, você!
A pessoa mais especial que eu conheci nos últimos tempos, uma pessoa fantástica que entrou na minha vida com potencial para ficar a vida inteira. Você é perfeito pra mim, combinamos em muitas coisas, gostamos de outras tantas e muitas outras tivemos a oportunidade de aprender juntos. Uma forma tão nossa de estar perto, de se fazer presente um na vida do outro, não desejo que isso acabe.
Volte! Volte para estes momentos, estes sim valem a pena serem lembrados e cultivados, todo resto o tempo cuida, mas precisamos estar perto para que isso não se perca.
Você disse que não tinha medo, que ia me ajudar desde que eu quisesse, eu quero, e quero muito. Me lembro de tantas coisas, da forma como falava comigo, de como completava as coisas que eu escrevia, de como era capaz de me fazer sentir você, eu era capaz de sentir cada palavra sua em mim.
Seria tão bom te conhecer melhor, e quase que novamente, mas isso não tem sido possível, já que para isso precisaríamos no mínimo conversar ou pelo menos manter algum tipo de contato.
Quero você perto de mim agora, mas, você se faz tão distante que aí, infelizmente, eu não consigo alcançar.

AE. 27/08/2008 - RA

Saudades



É impossível viver sem ela.
Cada fase da nossa vida por pior, mais difícil ou complicada que seja deixa saudade.

Do que você sente saudade?
Pra mim o mais fácil é dizer sobre o que eu não sinto.

Saudade de tanta coisa, de tanto sentimento, de tantas pessoas, de tantos momentos...
Saudades de coisas antigas, de coisas nem tão antigas, de coisas que não vivi e outras que talvez nem chegue a viver.

Saudade da época de criança.
Depois de ir para a escola, ficar na casa da avó, essa avó que foi como uma mãe pra mim e para os meus irmãos. Tanto de você há em mim, tanta falta você faz, embora a sinta por perto.
Cada detalhe, cada comida que você fazia, cada ensinamento, tudo, nada será esquecido, tudo tem o seu momento de prática.
Uma avó presente e um avô que só se tornou participativo depois de sua partida.
Nessa época também haviam natais e férias de Julho, outros avós compunham o elenco, tios, tias, primos e primas de longe, para comemorar em família momentos que nunca mais sairão da minha cabeça e por mais tempo que passe, não tem a capacidade de apagar laços construídos entre as pessoas dessa época.

Saudade do povo do bairro.
Brincar na rua, subir em árvore, correr, roupas de bonecas costuradas por minhas próprias mãos.
Saudade da mãe chamar no melhor da brincadeira, depois era banho e cama, para no outro dia ir para a escola.
Da escola não lembro muito, sempre deixei que o tempo cuidasse disso.

Saudade da adolescência divida em dois atos.
Ato 1
Colegas da escola, nessa época sim, me lembro, de meninos e meninas também. Chegar em casa, novela da tarde ou no portão falando de momentos que nunca nos cansávamos de repetir. O tempo aqui passava mais devagar.
Só perto da hora da mãe chegar que coisas eram arrumadas. Nessa época, família por mais próxima que esteja tem um papel secundário. As prioridades são outras.

Ato 2
Lugar diferente, turma diferente, pessoas diferentes, sentimentos também diferentes e isolamento.
Muito daquela época guardo até hoje, vontade de ficar quieta, na minha, introspecção.
Acho que foi nessa época que formei a minha parte cognitiva, mas a duras penas, aprendi que sendo sozinha há menos probabilidade de sofrer, aprendi que ser sozinha dá medo, medo de passar a vida sem viver.

Saudade do reencotro.
Reencontro com os lugares de outrora, a mesma rua, as mesmas casas (com poucas modificações), mas mesmo assim nada era igual.
Eu não era igual a quando parti, percebi que tudo pode ser como antes e ainda ser diferente, pois você já não é a mesmo, a visão das coisas e momentos não são iguais. E aí há a dor da perda, mas há também a alegria da renovação.
Novos amigos, novos costumes e um gostar diferente, intenso, que só muito depois fui saber que era parte de mim, talvez uma forma de amenizar o medo de passar pela vida sem viver.

Saudade da limitação
Saudade de aprender a estudar depois de tanto tempo “estudando”, saudade da força de pessoas que eram tão próximas que de certa forma ainda fazem parte de mim, pessoas que me ouviram, que riram comigo, que eu fiz rir e que me fizeram rir, pessoas que acreditavam em mim e nunca, em nenhuma das vezes me deixaram desistir, pessoas que me mostraram que eu sou capaz, capaz de vencer o cansaço, a falta de instrução, a falta de dinheiro, a falta de comer o mínimo que se quer.
Saudade de viver junto a todo o momento, de senti-los comigo sempre, mesmo distante.
Sinto saudade até dos finais de semana de limpeza e vazios, hoje vejo que não eram vazios os dias e sim as pessoas que quase, por um momento cheguei a pensar que elas que possuíam valor. Mas isso também é discutível, uma vez que valores são subjetivos, mas lamentei por muito tempo ter tido vontade de ser o que eu nunca tive vocação para ser, comum e conformada.
Hoje agradeço a todas essas pessoas que passaram pela minha vida, pois de uma forma ou de outra contribuíram para o meu crescimento e para o que hoje eu sou. Não a melhor que existe, mas a melhor que eu posso ser, hoje sou melhor que ontem e amanhã, melhor que hoje. Clichê? Pode até ser, mas nada além disso, expressaria tamanha verdade.

Saudade da maior decepção e dor que eu já senti.
Depois de tanta entrega e valores deturpados em minha mente, veio o fim, um fim desesperador. Talvez o que não houvesse fosse estrutura para suportar, mas como exigir estrutura de alguém que sempre foi criada na raça e na coragem, pessoas assim são instintivas. E aqui novamente senti a intensidade, pois com a mesma força que eu amei eu sofri, e por não suportar a dor parti, talvez tenha tomado a atitude errada, mas mesmo que tenha sido assim, hoje sei que foi a experiência mais gratificante da minha vida, não somente em termos financeiros, mas também para a estrutura que me faltava. Foi lá que eu comecei a construir.

Saudade da construção.
A dor era tamanha, a ponto de chorar por querer voltar e saber que aqui não seria menos sofrido que permanecer lá, então resolvi ficar, aproveitei!
E aqui novamente me deparo com a intensidade. Tudo lá se tornou intenso, pessoas diferentes que precisam além de estrutura física, estrutura moral, pessoas que significam muito pra mim, e que foram parte fundamental da minha construção, e sei que também significo muito para elas. Uma experiência profissional incrível que refletiu em todas as áreas da minha vida.
Lá eu aprendi que tinha que ser forte da mesma forma que eu era intensa, pois pessoas intensas precisam de força para suportar o que possa vir, necessitam de uma força com o mesmo valor da sua intensidade, pois se não for assim, não são capazes de se tornarem melhores do que antes, e tirarem lição de cada momento vivido.
Um período de ganho espiritual, não por indução de valores de outros aplicados a mim, um ganho a partir do crescimento e buscas diárias .
Um ganho intelectual imensurável, que até hoje não posso descrever, apenas acho que o potencial já estava em mim, só precisava da situação certa para que tudo isso passasse a fazer parte integrante de tudo que eu sou, surpreendentemente melhor.
Lá pude viver uma família que há tempos não vivia, pessoas do meu sangue que me ensinaram muito, uma vivência de amor, compreensão e dedicação. E a estas pessoas eu devo muito, agradeço pelos ensinamentos de vida, pelo amor e pela saudade que ficou.

Saudade da volta.
Saudade do fim de algo que já havia acabado há muito tempo, mas todos se acomodaram em viver assim.
Doeu ver o meu pai me deixar e não voltar, não voltar para o nosso colchonete na sala, e às vezes ainda dói as distâncias que não param de crescer, assim como o universo, uma imensidão, onde tudo que está inserido tenta estar próximo da melhor forma, do jeito que aprenderam e com a capacidade adquirida ao longo do tempo.
Eu sei que daqui surgiu minha falta de estrutura, dessa comodidade agora finalizada, mas aqui também surgiu algo igualmente importante a garra e a determinação. Estas pessoas jamais desistiram, estão sempre lutando, como todo mundo, mas ainda sim de uma maneira particular.
Cada pessoa tem aquilo que a vida moldou, e é bonito ver o que tempo faz com as pessoas que possuem tais características, a superação é parte integrante da rotina dessas pessoas.

Saudade da vontade de crescer.
Pegar tudo que se tem e partir, dói, mas não se devemos ser levados pela dor, ela está sempre presente, mas somos nós que em muitos momentos determinamos a sua intensidade.
Eu aprendi isso ao ter que suportar cada uma das dores que eu senti na vida, muitas doem até hoje, outras ainda preciso cuidar para que cicatrizem e há aquelas que talvez nunca deixarão de doer. Essas são marcas na alma, marcas que nenhuma pessoa é capaz de racionalizar, apenas sentir, marcas onde não podemos amenizar nada, só esperar para que em algum momento a cura chegue.
Nessa época eu sentia saudade de tudo que eu não vivi por considerar não ter tido oportunidade, o racional chegou ao seu ápice, minha autoconfiança melhorou muito aqui, e eu pude pensar em tudo que eu já havia vivido.
Fiz uma faxina em mim, tirei sentimentos, valores e pessoas que não mais me acrescentavam nada, tirei o pó de coisas que ainda de certa forma me serviam e sem pensar coloquei o que eu conquistei.
Vivi momentos calmos, momentos de autocontrole, momentos de crescimento e oportunidades de vivenciar coisas que sempre estavam em mim, que eu gostava só não sabia, momentos de revelação.
Muitas coisas me foram reveladas nessa época, pessoas, sentimentos e até mesmo uma nova de mim, com gostos, personalidade, estórias, tudo isso de uma maneira tão própria.
É inegável a diferença da pessoa de antes e a que agora habita em mim, depois do tempo ter passado.
Mas voltei de lá também, precisava viver o que eu sentia, precisava pagar para ver. Mais uma vez deixei tudo em nome do que gritava em mim. Inconseqüente? Não sei, prefiro dizer ousada.

Saudade do sonho de ser feliz
Voltei! Voltei para o mesmo lugar de antes, para o mesmo lugar de sempre.
Voltei para sentimentos inacabados, voltei para as vontades não satisfeitas.
Isso que foi o mais triste, querer viver o que eu considerava não ter vivido por falta de oportunidade, e constatar que nada foi feito pelo simples fato de eu não gostar, não gostar de sair, não gostar de papos fúteis, não gostar de perder tempo com coisas a toa.
Paguei caro, mas ainda sim não me arrependo, me arrepender por quê? Nada seria tão claro se eu não tivesse voltado mais uma vez, e acima de tudo se eu não tivesse retornado com a bagagem cheia de coisas que foram aflorando em mim pelo caminho.
Hoje eu sei, eu posso, posso o que eu desejar, pode até não ser tão fácil, já que a facilidade está atrelada a muitas coisas que não conseguimos somente com garra e determinação, mas para isso tentei desenvolver minha paciência, ela ainda não é suficiente para sobrepor minha ansiedade, mas já é maior do que no inicio.
Ansiedade! Palavra que tem a ver com ânsia, anseio. Ah! Isso eu tenho e muito. Por mais que eu negue, por mais que eu mostre força e indiferença em alguns momentos, eu anseio sim, tenho vontade, tenho muita vontade, vontade de ser feliz, vontade de fazer as coisas certas para que eu possa me realizar em todas as áreas da minha vida, por julgar que mereço, por julgar que pode ser assim e que na verdade deve ser assim. Mas o medo fruto de tudo que eu já vivi, fruto de todo sofrimento e dificuldades passados, transformam a ânsia em ansiedade, talvez uma relação não verídica, mas explicita. É claro que todo esse trajeto deixaria seqüelas e talvez a ansiedade seja a pior delas.
Aquela que sempre me faz ter receio de perder o que eu ainda não tive, e por intensidade, geralmente faz com que eu perca mesmo, e depois de tanto tempo passando por isso acho que calejei.
Muitas vezes penso que as coisas serão sempre assim, não por fraqueza, e sim na tentativa de guardar forças para continuar uma vida que ainda está no mínimo pela metade, com tantos sonhos e com tantas necessidades, que se torna impraticável uma pausa para cuidar disso. Isso será tratado durante o percurso com as possibilidades, e talvez com as perdas que se somem pelo caminho.


AE.26/08/2008 - AE

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Confio em você.



Olhe as plantas Ana!
Elas te darão a resposta, olhe-as!
Confie no tempo, ele é justo e revelará a verdade.
Tenha fé, pessoas que a possuem são mais fortes.
A dor é inevitável em muitos casos, mas é a resignação da planta que revela a flor.

A sua flor virá, eu sei que virá.
Você é forte, corajosa e uma boa pessoa, embora, muitas vezes por motivos externos se torne confusa e ansiosa, mas acima de tudo você é uma pessoa maravilhosa, que se esforça, que sabe reconhecer, que sabe dar valor, e que assim como todas as outras pessoas possui defeitos que marcam sua personalidade.

Confio em você e sei que você conseguirá, sei que as suas forças aparecerão, pois elas estão aí, dentro de você, junto com suas flores.

O outono é assim mesmo, castiga, derruba as folhas, mas isso você precisa entender que faz parte do processo de renovação, pois logo chegará a primavera, e você tem que se preparar para quando sua flor desabrochar, revelando o que há de melhor dentro de você.

Há pessoas que conseguem ver o potencial de flor em uma planta, mas outras infelizmente só conseguem ver uma planta sem folhas, que é quando a planta não está em seu melhor, quando é outono.

Mas isso não é culpa sua e não deveria te fazer sofrer, isso é o modo de ver do outro. Talvez já tenha até saboreado os frutos, e por isso não seja interessante suportar todo o processo novamente até que se possa colher.

Mas se aquiete, Ana!
Você sabe que a sua flor virá e que ela será forte e vistosa, assim como você, não há como ser diferente, a natureza é sábia, e nunca nos dá menos do que necessitamos.


AE. 20/08/2008 - AE

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Encontro de almas



Isso significará muito, assim como todas as coisas que acontecerem pela primeira vez entre nós e em tudo que acontecerá após isso.

Quero olhar em seus olhos e ver sua alma. Poder compreender tudo em você.

O som de sua voz se tornará único, podendo ser reconhecido em qualquer lugar e em qualquer circunstância. Suas palavras terão poder de acalmar e despertar sentimentos.

Através do toque sentir sua textura, seu calor e, sua vida presente diante de mim, como em um sonho sendo realizado, ali, perante os meus olhos.

Em um abraço ter você inteiro comigo, sentir seu coração através do meu e perceber quão perto eles estão, e a vontade que ambos têm de se unir a fim de se tornarem um só.

Seu cheiro. Esse cheiro peculiar, que simbolizará você em todos os momentos que eu senti-lo, seja onde e como for, você pra mim estará nele.

Seu gosto. Esse gosto tão seu, esse gosto só meu. Tão esperado desde o primeiro momento e pela vida inteira.

Tantos detalhes, tantas coisas suas ali presentes despertando em mim o desejo de ser sua, da forma mais plena, suave e intensa que possa existir.

Olhares, palavras, toques, abraços, cheiros, beijos e desejos agregados a suspiros, arrepios, apertos, sensações e sentimentos.

Um encontro de duas almas que se desejam, se completam e se amam.

AE. 07/08/2008 - RA

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Lágrimas



Hoje elas caem novamente.
Mais uma vez de tantas.
Por que caem?
Algo dói?


Não sei, apenas caem.
Demonstrando o que transborda na alma.
Aceitação?
Talvez.

Muitas coisas acontecem em nossas vidas,
Muitas delas são boas,
Muitas delas são ruins,
E em outras horas, o sentimento se sobrepõe,
Impedindo de dar definições ao que se sente.

Isso não é fruto do silêncio,
Isso é fruto das palavras,
Acima disso até,
Isso é fruto do som das palavras.


Meu coração não aceita,
Mas ele reconhece que em certas horas a razão deve prevalecer.
Ainda que doa.
Ele sabe que as estações passam.

Mais uma vez é chegado o fim,
Não um fim trágico e doloroso,
Embora difícil, muito difícil.
Apenas mais um fim entre tantos.


Queria apenas dizer me perdoe,
Me perdoe por julgar,
Me perdoe por ser fraca,
Me perdoe por ser racional.


O que você deixou,
Ficará em mim,
Ficará para sempre,
Ficará com esse gosto de coisa boa,
Ficará para sempre como um sonho.

AE. 05/08/2008

sábado, 2 de agosto de 2008

Esperar



Isso angustia!
Angustia pela incerteza,
Angustia até mesmo pela certeza.

Tudo é esperar.
Esperar para nascer.
Esperar para crescer.
Esperar para morrer.

Todo mudo espera.
Espera um emprego,
Espera um carro,
Espera uma casa,
Espera coisas materias.

Há também aquelas que esperam coisas da alma.
Esperam atitude,
Esperam carinho,
Esperam amor,
Esperam felicidade.

Existem aqueles que não sabem esperar.
Não sabem esperar por uma resposta,
Não sabem esperar por um encontro,
Não sabem esperar por consideração,
Não sabem esperar por reciprocidade.

Muitas pessoas não querem esperar.
Não querem esperar pelo outro,
Não querem esperar pelo retorno,
Não querem esperar para serem felizes.

Algumas delas sofrem por esperar.
Sofrem por horas silenciosas,
Sofrem por páginas em branco,
Sofrem pela ausência,
Sofrem pelo tempo do outro.

Tem pessoas que simplesmente cansaram de esperar.
Cansaram de esperar por mudanças,
Cansaram de esperar por trocas,
Cansaram de esperar por espaço,
Cansaram de esperar por sua vez.

E aprenderam,
Que esperar pode ser bom ou ruim,
Pode alegrar e também pode fazer sofrer.

Certo mesmo é esperar sem criar expectativas.
Expectativas na situação,
Expectativas de retribuição,
Expectativas no outro.

AE. 02/08/2008 - RA