quarta-feira, 12 de maio de 2010

Você sabe o que é a dor?

Dor é acreditar que encontrou o amor da sua vida e o defeito dele é ser ausente.
Dor é se culpar cada vez que respira por essa distância.
Dor é estar bem nas outras áreas da sua vida e toda vez que você sorri sente uma fisgada no coração.
Dor é suportar ausências pensando em fim e, de tempos em tempos, tudo é remexido e atirado ao chão.
Dor é ver a pessoa que fez com que você a amasse jurar que não teve nada sério com ninguém mesmo usando uma aliança de compromisso.
Dor é ver promessas que não se cumprem.
Dor é depois da dor esse alguém voltar e, junto com ele todos os sentimentos, e no entanto, ele mesmo não tem intenção de ficar.
Dor é a pessoa saber de tudo isso, e ainda sim continuar e em algum momento voltar.
Dor é saber que talvez haja uma nova pessoa agora, uma da mesma área que a minha.
Dor de estar vendo e não conseguir acreditar.
Dor é sentir um frio no estômago assim que abre os olhos de manhã.
Dor é não se perdoar por sentir que as coisas seriam assim e, ainda sim ter dado liberdade para que elas acontecessem.
Dor é você estar realizando seu sonho e se sentir triste por tanta judiação.
Dor é querer ficar deitada em casa com tudo o que se planejou para si do lado de fora.
Dor é me lembrar da nossa primeira conversa e chorar, pois nela eu disse que tinha medo, você sabia, mas mesmo assim você me fez acreditar.
Dor é ter acreditado.
Dor é ler todas as conversas salvas, e sentir seu toque em cada palavra.
Dor é sentir o inferno quando não está perto.
Dor é saber que há céu quando está aqui.
Dor é pensar sem saber, por não mais confiar nem no meu próprio discernimento
Dor é a mentira, a espera, a crueldade e a inércia vestidas de coisas boas.
Dor é se confundir com tudo isso.
Dor é ver as pessoas que gostam de você perguntar o porquê de tanta tristeza e você apenas dizer que é sono ou dor de cabeça.
Dor é não saber o fundameto disso tudo.
Dor é lembrar de você tão lindo, com um jeito especial de abraçar no nosso primeiro encontro.
Dor é ter mudado de cidade, próxima de realizar meus sonhos e ainda ter os mesmos pesadelos.
Dor é sentir a alma chorar por não conseguir acreditar no que eu vejo, no que você diz, no que eu sinto e nem mesmo em mim.
Dor é tentar não se punir tanto por ter boa fé nas pessoas e ser do jeito que é.
Dor é ter sonhos estimulados em si, sem nem mesmo talvez, a intenção de realizá-los por quem os estimulou.
Dor é não conseguir acreditar no que se vê, porque esse alguém sempre faz com que se duvide até mesmo disto.
Dor são quase dois anos inconstantes, sentindo a partida já na chegada.
Dor é cada minuto que passa após te ter comigo.
Dor é não sentir o seu amor.
Dor é querer, ainda sim, estar errada e ainda sim desejá-lo.
Dor é não saber, você não querer, saber ou poder mostrar.
Dor é ter amado tanto.
Dor é ter suportado tanto...
Dores de cabeças,
Viagens,
Empregos,
Vocação religiosa,
Outro relacionamento,
E ainda agora, talvez um novo.
Dor é você saber que tudo isso dói muito em mim, não me ajuda ou nem mesmo para.
Dor é não sentir minhas flores, não me encantar e não me aliviar com elas.
Dor é... Ainda assim, apesar disso tudo, amar, amar tanto a ponto de pedir...
Por favor não me faça sofrer mais.

AE.12/05/2010-RA

terça-feira, 11 de maio de 2010

(Me perdi das minhas flores. Não há dor maior que essa.)

Poeta

Dentro das coisas inexplicáveis cabíveis nesse tempo todo, está nosso poeta favorito e, usando Fernando Pessoa você me diz: “Tudo vale a pena se a alma não é pequena” e eu lhe digo: “Quando é amar que deves. Se não amas,/Mostra-te indiferente, ou não me queiras,/Mas tu és como nunca ninguém foi,/Pois procuras o amor pra não amar,/E, se me buscas, é como se eu só fosse/Alguém pra te falar de quem tu amas”.

E ainda, seguindo o poeta, no fim, poderias me dizer: “Aponta-me todas as coisas que há nas flores”. E eu te responderei: “Mostra-me como as pedras são engraçadas/Quando a gente as tem na mão”.

AE.10/05/2010-RA

(Trechos tirados dos poemas de Fernado Pessoa : Mar Português , A Falência do Prazer e do Amor e O guardador de rebanhos - VIII)

segunda-feira, 10 de maio de 2010

(Hoje também... sem flor)

Simplesmente amo.

Eu amo a forma como me passa segurança quando fala comigo.
Eu amo a forma como escreve.
Eu amo, mas nem tanto, quando você aparece depois de um tempo, depois de eu achar que nunca mais voltaria.

E quantos nunca mais essa estória já teve.

Eu amo a certeza matemática que tem nas coisas que você diz.
Eu amo admirar você como pessoa.
Eu amo, mas nem tanto, quando você por algum motivo se ausenta.


Eu amo seu jeito inteligente de ser.
Eu amo pensar em você e nas coisas que já me disse.
Eu amo, mas nem tanto, nossos tempos diferentes.


Eu amo e apenas isso.
Mas no entanto, eu queria que somente o que eu sinto bastasse para mim.


AE.10/05/2010-RA

domingo, 2 de maio de 2010

Hoje não tem flor

Gabriel diz:
fiquei me perguntando, ainda estou, quantas dessas flores existem aí dentro de você... quantas estão ao alcance das pessoas e quantas, talvez, ninguém ainda tenha conseguido tocar...Lavínia diz:
fiquei feliz de te conhecer, devemos valorizar quando pessoas especiais passam pela nossa vida

Gabriel diz:
Eu tb fiquei! Foi como disse para você, eu sou um pouco assombrado para conhecer pessoas, raramente tenho a sorte que tive com você... rs

Gabriel diz:
Mas espero que não passemos um pela vida do outro, mas fiquemos um na vida do outro!

Lavínia diz:
mas as pessoas não costumam ficar muito tempo na minha vida


Gabriel diz:
bem, as erradas têm esse costume mesmo... rs

Gabriel diz:
você não pode se culpar por isso, eu acho

Gabriel diz:
me fale um pouco sobre isso

Lavínia diz:
sei lá, elas apenas passam, acho que alguma coisa falta

Lavínia diz:
mas já me acostumei com isso, acho também que elas podiam ser um pouquinho mais perseverantes ou talvez realmente não eram certas para qualquer tipo de coisa

Gabriel diz:
posso perguntar uma coisa?

Lavínia diz:
sim

Gabriel diz:
você escreveu algo como "frio do que talvez pudesse ter sido / se não fosse o medo"... e agora diz sobre "mais perseverantes"... hum... como essas coisas se relacionam?

Lavínia diz:
não entendi como você viu relação nessas duas frases


Gabriel diz:
é que elas falam de pessoas, eu acho... na sua poesia, parece que não há a pessoa, pois parece que ela não consegue se aproximar (ou você)... e o que fica, então, é a vontade e alguma dúvida sobre o que se realizaria... de outra forma, agora, você fala sobre as pessoas, que elas poderiam ser mais perseverantes... ou que não eram certas mesmo... e eu fiquei pensando como isso convive dentro de você?

Gabriel diz:
(talvez a relação seja apenas sensorial e menos existencial, ou que eu esteja louco mesmo, sei lá... rs)

Lavínia diz:
não há pessoa

Gabriel diz:
humm

Lavínia diz:
e as que possivelmente possam surgir, talvez tenham dificuldade para se aproximar


Gabriel diz:
e essa dificuldade vc atribui a desistirem rápido (perseverança)?

Lavínia diz:
Não sei, acho que elas não são perseverantes ou porque realmente não sabe o que querem, ou não conseguem ver da forma como você colocou e se veem acham que não vale a pena, ou se logo sentem que eu não levo muito jeito com essas coisas


Gabriel diz:
interessante tudo isso


Lavínia diz:
tenho "jeitinho carinhoso" de ser, parecido com um leão ferido

Gabriel diz:
imaginar que as pessoas são incapazes de ver a melhor parte, deixam de ver a melhor parte, me deixa um tanto... hum... receoso de que não haja bons observadores mais nesta vida... rs

Gabriel diz:
por que vc é uma leoa ferida? parece tão doce.. rs

Lavínia diz:
1º o conceito de melhor parte talvez possa ser relativo nesse caso

Lavínia diz:
2º pareço doce? talvez eu seja.

Lavínia diz:
3º talvez a” leoa” seja o calvário para se chegar ao céu

Gabriel diz:
você quer dizer que precisa mostrar suas garras primeiro, para depois conseguir ser doce? bem, isso parece bem interessante... bobo daquele que não aproveitar isso! rs

Lavínia diz:
pode ser, mas duvido que alguém consiga passar, às vezes até eu tenho medo e chego a duvidar, tenho muito medo de sofrer

Lavínia diz:
aproveitar no sentido de tirar proveito?

Gabriel diz:
aproveitar no sentido de... bem, se as coisas são assim, por que não extrair o melhor? como com as flores... algumas têm espinhos, mas não deixam de ser bonitas por isso.

Lavínia diz:
bom, não sei, são só hipóteses

Gabriel diz:
fico com a que a culpa é das pessoas erradas, mesmo! rs


Lavínia diz:
pode ser, mas o fato é que não passam e digo por probabilidade


Gabriel diz:
mas, enfim, tudo isso porque eu li o seu texto e enxerguei nele algo que me interessou... veja como a gente viaja no mundo dos sentimentos! rs

Lavínia diz:
o que te interessou?

Gabriel diz:
os seus sentimentos


Lavínia diz:
só por que são contraditórios?

Gabriel diz:
não são contraditórios, são reais!

Gabriel diz:
e já fazia tanto tempo que eu não via isso...


Lavínia diz:
sentimentos reais?

Gabriel diz:
acho que sim... quando você escreveu, eles não existiam em você? mesmo que não existam mais, em algum momento eles foram reais

Gabriel diz:
[e eu nem acho contraditórios, para ser sincero]


Lavínia diz:
você está mexendo com eles


Gabriel diz:
isso é perigoso?! rs


Lavína diz:
não entendi

Gabriel diz:
é que você disse "mexer", quis brincar como "será que estou cutucando a leoa muito de

perto?!"... rs... mas eu não tenho medo! rs
Lavínia diz:
não sei se está, talvez ainda não, mais os cutucou ao me fazer refletir sobre essas coisas

Lavínia diz:
quando se fala de sentimentos eles afloram

Gabriel diz:
isso é muito bom, eles afloram porque estão vivos, bem vivos aí dentro!

Lavínia diz:
Aí sim é perigoso


Gabriel diz:
pois então, foi disso que eu falei que não tenho medo! rs

Lavínia diz:
por que?

Gabriel diz:
por que não tenho medo?


Lavínia diz:
sim

Gabriel diz:
humm... difícil... mas... não sei explicar... deve ser porque simpatizo com felinas, é... deve ser isso! rs

Lavínia diz:
Será que vai reconhecer a felina quando ela aparecer?


Gabriel diz:
depende do tamanho das garras, né! espero que já tenha passado o calvário que vc citou nesse momento... rs

Lavínia diz:
nem começou, saberá quando eu ficar INSUPORTÁVEL


Gabriel diz:
hum... bem, nesse caso, estarei pronto! prometo ter uma flor, bem perfumada, para você...

Lavínia diz:
o que te fez querer passar pelo calvário?

Gabriel diz:
não acreditar nele


Lavínia diz:
e por que passar por onde não acredita?


Gabriel diz:
muito pelo contrário, passarei pelo que eu acredito e, talvez, pelo que nós dois desconheçamos... apenas o calvário, como você vê, e eu não, é que não passaremos


Lavínia diz:
pra que?

Gabriel diz:
roubar a frase do meu poeta preferido, "tudo vale a pena se a alma não é pequena"... a sua não é...

Gabriel diz:
a sua alma não é pequena, ou jamais conseguiria tocar seus sentimentos e expressá-los, por mais hábil com palavras que fosse... mas eu poderia tomar a nossa conversa como um exemplo concreto disso...

Lavínia diz:
parece que tudo isso é apenas um desafio

Lavinia diz:
e colocando em probabilidades que você gosta, a chance é 100% de eu não ficar bem

Gabriel diz:
acho que agora não entendi muito bem... você realmente acha que é apenas um desafio?

Lavínia diz:
não sei, preciso que você me diga e me faça acreditar na sua resposta

Gabriel diz:
só posso dizer que não, não é apenas um desafio para mim


Lavínia diz:
Sinto mais medo


Gabriel diz:
você está com medo de mim?

Lavínia diz:
Não, e sim do que você causa em mim

Gabriel diz:
é algo ruim?

Lavínia diz:
não sei se é bom ou ruim, ainda estou no meio de tudo isso que você me causa, e estou com medo de perder mais uma vez.

Lavínia diz:
Mas ainda sim, estou feliz por você ter aparecido na minha vida assim

Gabriel diz:
eu também! pode acreditar, você não vai precisar sentir medo... prometo! eu nem mordo, quero dizer... logo no começo! rsrs


Gabriel diz:
mas vc nem mesmo idealiza algo? a gente sempre sonha com algo! rs

Lavínia diz:
quando os sonhos não se realizam dói e por isso aprendi a não sonhar (criar expectativas)

Gabriel diz:
é, mas talvez você deva desaprender isso, viu! sonhar é fundamental, mesmo!

Lavínia diz:
tenho alguns projetos em outras áreas da minha vida

Gabriel diz:
isso é muito importante, mas precisa cuidar do seu coração também, mocinha!


Lavínia diz:
ai Gabriel, não sei

Gabriel diz:
você disse que confiava em mim! rs

Lavínia diz:
confio

Gabriel diz:
confia agora tb! rs

Lavínia diz:
você Gabriel é especial!

Gabriel diz:
ser especial é poder ser o melhor que a gente pode pra alguém que a gente gosta... é difícil ser especial pra alguém, me deixa feliz saber que estou sendo para você...

Lavínia diz:
promete que não vai me deixar?

Gabriel diz:
prometo que meu coração não quer e que eu não desejo isso


AE.02/05/2010-RA

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Há tempos... confusão.



Confusão de sentimentos, na interpretação, nas palavras e nas atitudes.

Pensei ter visto o amor por aqui, pensei que ele me procurava.

Te desejei tanto que me enganei. Perdi o senso, me confundi.

Meu coração tão pequeno que sofria com a dúvida, agora sente amor.

A dúvida não mais existe e, sei que o que eu sinto provém de palavras, palavras escritas por alguém que apesar do tempo não conheço e, que apesar de tudo desperta em mim sentimentos diferentes num único segundo.

Mais um episódio.
Será que precisarei de mais quantos para entender que existem sentimentos que não são férteis, sentimentos que não frutificam?

Depois da dor, resignação.

Mais uma vez preciso cuidar de mim, mais uma vez preciso não me punir por acreditar que a culpa foi minha, afinal, toda essa história já deixou marcas demais em mim, algumas muito profundas, que fazem com que o medo que eu tenha de sofrer realmente façam com que eu sofra.

Será sempre assim? Aproximação, frases lindas e profundas, emoção, sentimento aflorado, ausências, confusões, palavras mal ditas e “fim”?

Não há como exigir estrutura de alguém que ama e sabe que o desfecho é sempre o mesmo.
Não há como querer paciência de alguém que ama e não sente a constância que nutre.
Não tem como pedir a alguém que ama que não sofra, quando já na chegada sente a partida.
E esta, enfim, mais uma vez acontece.

Seria tão sublime ver concretizadas as palavras que fazem sonhar, seria substancial o toque em quem se ama, e este transcenderia o desejo por esse alguém. Um futuro assim, surreal. Seria desta forma, se tudo não fosse confuso, se tudo não fosse apenas um momento para que quem chega se sinta amado, se nutra e depois parta.

É tão cruel pensar assim, eu sei. No entanto cruel é também o mecanismo que faz com que esse sentimento, mesmo que sofrido se mantenha vivo.

Eu amei você... eu amo você... e sofro.

Sofro por saber que há algumas coisas que eu desconheço, e que há tempos essa história se repete insessantemente.

Sofro por entrar em um estado de extrema ansiedade e insegurança quando você me procura.

Sofro porque em um único momento você resolve que eu sou importante e em outro eu não sou mais.

Sofro por achar que a culpa é minha, quando na verdade eu sei, que tudo isso nada mais é que as suas ações provocando reações em mim. Fazendo com que eu me torne quem eu não sou.

Não o culpo e tão pouco quero culpar a minha. Cada pessoa extrai da vida aquilo que pode, e em cada dia um mundo novo a se aprender.

E o que nos resta além de seguir com a travessia?

Sigamos.

.AE.30/04/2010-RA

terça-feira, 13 de abril de 2010

Externando



Tudo está pela metade. Quero te dizer tantas coisas mais não consigo.
Quero te falar das coisas que eu tenho aprendido, da série de tv que eu tenho assistido, dos sentimentos maduros que aparecem com mais frequência (com excessão de quando estou no período hormonal), do quanto é linda essa cidade, do quanto me sinto feliz aqui, do quanto é gratificante ir toda manhã estudar na faculdade que eu escolhi, do quanto me sinto bem por ter emagrecido e estar mais saudável, do quanto é divertida e unida a equipe de onde eu trabalho, das noites (sexta e sábado) bebendo vinho com as meninas, rindo, falando besteiras e por vezes até dançando, quero falar de como mexe comigo o sorriso do Ricardo* (Tato), e te contar também do porque de chamá-lo assim, quero te falar que apesar disso sei que ele ainda não é a pessoa por quem vou me apaixonar e que ainda sim fico feliz por saber diferenciar esses sentimentos.
Quero te falar que aqui, tanto em casa quanto na loja que eu trabalhei as pessoas gostam verdadeiramente de mim, que na minha família as pessoas me veem e me respeitam como uma pessoa guerreira, quero te falar que talvez só agora eu tenha percebido isso.
Quero te falar de como me senti bem voltando à minha cidade natal para passear, pois isso é sinal de que as coisas por aqui, tudo o que eu sonhei e planejei estão caminhando como eu esperei, quero te falar que as vezes eu sinto saudade de algumas pessoas que eu não devo manter contato, e mesmo sabendo que pode ser por carência, sei também que é porque em algum momento elas foram especias para mim.
Quero te falar que não me arrependo nem por um segundo de ter deixado tudo e vir, não me arrependi antes quando as coisas estavam mais difíceis e menos ainda agora.
Quero te falar do orgulho que sinto de mim e como isso me faz estar confiante, quero te dizer que aprendi amar, amar de uma forma desmedida, sem esperar nada em troca, amar pelo próprio sentimento, aprendi a amar a vida, a mim, meus amigos, minha família, a minha vida, a amar tudo o que eu tenho e que eu sou.
Quero dizer também que amo muito você, minha amiga de todas as horas e momentos, que te tão presente, nem sinto a distância que nos separa.
AE.13/04/2010-SA

sábado, 10 de abril de 2010